Projetos de Conservação

Pensando em nossa fauna e em nosso plantel estamos realizando parcerias com projetos de conservação. Esses projetos têm uma grande importância para a conservação da nossa fauna, em que atualmente muitos animais são ameaçados de extinção por conta da exploração de recursos naturais, poluição e impactos ambientais.

Conheça os projetos de conservação que apoiamos:

PROJETO BUGIO

Desde sua fundação, o centro Centro de Pesquisas Biológicas de Indaial - CEPESBI e o Observatório de Primatas do Morro Geisler têm realizado atividades de pesquisa, educação ambiental e integração da comunidade local com estudantes universitários e pesquisadores. Dentre as principais atividades do centro destaca-se o Projeto Bugio, um estudo científico que procura conservar a subespécie Alouatta clamitans (Cabrera, 1940 - Primates: Atelidae), o bugio ruivo:

A sensibilização e conscientização da população local e regional quanto a questões ambientais iniciou-se já em 1992, com a participação em feiras e exposições como a Festa do Colono (festa anual de emancipação do município) e Semana do Meio Ambiente de Indaial, assim como em palestras em escolas do município.

O treinamento de estudantes e profissionais para desenvolverem atividades na área de primatologia sempre foi uma meta do CEPESBI. Cerca de 200 pessoas entre estudantes da FURB e de outras instituições nacionais e internacionais já foram capacitadas para atuar em estudos de ecologia, comportamento, biomedicina e medicina de primatas neotropicais.

Visite o site: www.furb.br/especiais/interna.php?secao=878

PROJETO TAMANDUÁ

O Projeto Tamanduá é formado por um grupo de veterinários, biólogos e ecólogos que unem esforços e conhecimentos para conservação das 3 espécies existentes de tamanduá.

Tem a missão de promover ações de pesquisa e educação que favoreçam a conservação de espécies de tamanduás no Brasil e na América Latina.

As atividades realizadas no projeto Tamanduá é com o desenvolvimento de trabalho com animais de vida livre e de cativeiro para avaliar

  • Protocolos anestésicos para imobilização segura e eficaz
  • Predisposição para doenças
  • Presença de ectoparasitos, endoparasitos e hemoparasitos
  • Parâmetros hematológicos e bioquímicos
  • Condições genéticas para construção de um banco genômico

As três espécies de tamanduá têm papel importante na formação e manutenção da diversidade biológica, tanto das florestas tropicais como dos cerrados. A extinção local ou a diminuição da população pode acarretar em efeitos destrutivos ao ecossistema.

Conheça mais sobre o projeto: www.tamandua.org 

PROJETO LONTRA

O Projeto Lontra tem como objetivo principal desenvolver estudos científicos sobre a espécie Lontra longicaudis. A abordagem é feita incluindo a bacia hidrográfica e os habitats da espécie. O Projeto Lontra é o projeto mais antigo do Instituto Ekko Brasil, tendo iniciado em 1986. A linha de atuação do projeto consiste na recuperação e conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce.

As ações do Projeto abrangem a recuperação, conservação e ampliação do conhecimento técnico de lontras e outros integrantes da família Mustelidae, além de um Centro de Visitação e Educação Ambiental, trilhas educativas e realização de cursos de formação e capacitação comunitária.

O Centro de Visitação representa a estrutura física para o desenvolvimento de cursos e atividades voltadas para o ensino, capacitação e educação ambiental. Todas as atividades são planejadas de forma a orientar e criar condições para a melhoria de qualidade de vida das comunidades do entorno do Projeto e da Grande Florianópolis. Isso é feito principalmente através de cursos que promovem ações empreendedoras sustentáveis, que podem ser desenvolvidas pela própria comunidade, valorizando a cultura e o conhecimento local. O objetivo principal é a capacitação de multiplicadores de ações conservacionistas e sustentáveis.

Visite o site: www.ekkobrasil.org.br

PROJETO BIOPESCA

Projeto Biopesca é uma ONG que iniciou seus trabalhos em 1998 no município da Praia Grande (litoral central de São Paulo) com a missão de conservação da fauna marinha e prática da pesca responsável.

A captura acidental acontece quando animais que não eram os alvos da pesca ficam presos na rede, ou seja, ficam presos acidentalmente. Esses animais não possuem valor comercial para os pescadores e normalmente causam grandes prejuízos. Dentre esses animais estão os golfinhos e tartarugas marinhas.

O trabalho do Biopesca primeiramente foi mostrar aos pescadores a importância de sempre informar as suas atividades, as capturas acidentais e também a importância de preservar essas espécies.

Os pesquisadores do Projeto Biopesca atuam em conjunto com os pescadores para que possam encontrar soluções para diminuir ou até mesmo acabar com a morte de golfinhos e tartarugas nas redes de pesca.

O Aquário de São Paulo e o Projeto Biopesca trabalham juntos pela proteção e conservação da vida marinha. Conheça mais sobre o trabalho do Biopesca:  www.biopesca.org.br