Pinguim-de-Magalhães


• Nome científico: Spheniscus magellanicus
• Classe: Ave
• Hábitos alimentares: Piscívoro
• Status de conservação: Quase Ameaçado


Informações gerais:

Atualmente existem mais de 15 espécies de pinguins e, segundo cientistas, pelo menos 40 já foram extintas. Das existentes, a maior espécie é o pinguim-imperador, que tem cerca de 1,20 m de altura e chegando a pesar até 41 kg. A menor é o pinguim-azul, com apenas 43 cm de altura e até 1 kg de peso. Os pinguins-de-Magalhães, por sua vez, são característicos da costa da Argentina, Chile, Uruguai, Malvinas e também do Sul do Brasil. Essa espécie de pinguim não habita o gelo, vivendo normalmente em temperaturas mais amenas. Os pinguins-de-Magalhães são ótimos nadadores, podem atingir até 40km/h.

Longevidade:

25 a 30 anos.

Dieta:

Em ambiente natural consomem peixes, lulas e crustáceos, assim como no Aquário de São Paulo.

Tamanho:

70cm.

Peso:

4,5kg.

Distribuição geográfica:

Habitam os mares do Atlântico e Pacifico da América do Sul, mais precisamente na Argentina, Chile, Uruguai, Peru, Ilhas Falkland (Malvinas) e, devido à influência do inverno (maio a agosto), assumem como parte de sua rota migracional o sul e sudeste do Brasil.


Conservação:

Essa espécie é considerada como quase ameaçada de extinção. O pinguim-de-Magalhães tem como principal ameaça os derramamentos de petróleo e outros hidrocarbonetos (que já foram responsáveis pela morte de mais de 20.000 adultos e 22.000 juvenis em um único ano na costa argentina), a pesca predatória de espécies importantes da dieta destes animais e as mudanças climáticas (como aquecimento global que, por exemplo, pode vir a mudar os regimes de precipitação em colônias de nidificação, tendo como possível consequência, a inundação de ninhos e morte de filhotes).

Habitat:

Habitam a região costeira temperada da América do Sul, podendo frequentar regiões mais tropicais quando não estão em fase reprodutiva.

Reprodução:

Os adultos chegam aos locais de reprodução no início de setembro, aonde fazem ninhos sob arbustos ou buracos e os forram com penas, gravetos, folhas e algas. Ao final de outubro/início de novembro, a fêmea põe dois ovos e tanto o macho quanto a fêmea irão se revezar na tarefa de chocar os ovos que levam de 39 a 42 dias de incubação.

Localização no Aquário de São Paulo:

Setor Mundo Marinho.