Peixe-Palhaço


• Nome científico: Amphiprion ocellaris

No Aquário de São Paulo existem 5 espécies de peixes-palhaço:
- Peixe-palhaço (Amphiprion ocellaris)
- Peixe-palhaço Polymnus Black (Amphiprion polymnus)
- Peixe-palhaço Pink Skunk (Amphiprion perideraion)
- Peixe-palhaço Tomato (Amphiprion frenatus)
- Peixe-palhaço Clarkii (Amphiprion clarkii)

• Classe: Peixe
• Hábitos alimentares: Onívoro
• Status de conservação: Não Avaliado


Informações gerais:

Existem mais de 30 espécies de peixes-palhaço no mundo, sendo que a mais conhecida delas é a Amphiprion ocellaris, que é a espécie do Nemo. Dentre essas 30 espécies, os peixes podem apresentar variadas cores e padrões de listras. Os peixes-palhaço vivem em grupos no meio das anêmonas. As anêmonas são invertebrados que liberam substâncias altamente tóxicas para peixes e crustáceos. Contudo, há 10 espécies de anêmonas cujas toxinas não afetam os peixes-palhaço, pois eles possuem uma camada de muco que os protege. Esses peixes possuem uma relação de troca com as anêmonas. Eles vivem entre elas, onde ficam protegidos dos predadores, enquanto as anêmonas se alimentam dos restos de alimentos deixados pelos peixes-palhaço.

Dieta:

• No ambiente natural: Zooplâncton, pequenos crustáceos (copépodes) e algas.
• No Aquário de São Paulo: Ração para onívoros e artêmias.

Tamanho:

• Peixe-palhaço (Amphiprion ocellaris): até 11 cm
• Peixe-palhaço Polymnus Black (Amphiprion polymnus): até 13 cm
• Peixe-palhaço Pink Skunk (Amphiprion perideraion): até 10 cm
• Peixe-palhaço Tomato (Amphiprion frenatus): até 14 cm

Distribuição geográfica:

Oceanos Índico e Pacífico Ocidental


Conservação:

Nenhuma das 5 espécies de peixes-palhaço presentes no Aquário de São Paulo encontra-se ameaçada de extinção.

Reprodução:

Ovíparos. Os casais de peixes-palhaço passam a vida toda juntos, morando na mesma anêmona. Todos os peixes-palhaço nascem machos, mas quando uma fêmea do grupo morre, podem eventualmente mudar de sexo. Para garantir a preservação da espécie, as glândulas do corpo do peixe passam a trabalhar de forma diferente e o animal troca de sexo. Quando isto acontece, fêmea passa a dominar um grupo de machos.

Localização no Aquário de São Paulo:

Setor Mundo Marinho.