Bicho-Preguiça


• Nome científico: Choloepus didactylus
• Status de conservação: Menos Preocupante


Informações gerais:

São animais de hábitos noturnos, dormindo por cerca de 15 horas durante o dia.

As preguiças são animais solitários, mas os filhotes permanecem com as mães até por volta dos 12 meses de idade.

Você sabia que a preguiça-real tem uma relação com algas?
Esses animais possuem pelos especializados que facilitam o crescimento de algas, que os ajudam em sua camuflagem. Também se acredita que a preguiça coma essas algas e consiga também absorver parte de seus nutrientes através de sua pele.

Como esses animais passam grande parte de sua vida de cabeça para baixo, o corpo é adaptado para ficar nessa posição. Eles comem, dormem, se reproduzem, e até mesmo dão a luz aos filhotes de ponta cabeça. Para isso, seus órgãos são posicionados de forma diferente, e os pelos da barriga são adaptados para deixar a água escorrer, já que habitam lugares muito chuvosos.

Apesar de não conseguirem andar, podem se arrastar pelo chão e são excelentes nadadores.

Por causa de seu metabolismo, que é muito baixo, as preguiças somente urinam e defecam uma vez por semana.

Apesar de não parecer, esses animais podem ser bastante agressivos, se defendendo com suas garras e dentes.

Essa preguiça está aqui, pois quando filhote perdeu sua mãe para a caça. Foi então criada em um CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) no Amapá, e depois ganhou um novo lar no Aquário de São Paulo.

Longevidade:

Na natureza, as preguiças-reais vivem entre 15 a 20 anos, mas em cativeiro podem passar dos 30 anos de idade.

Dieta:

Folhas, galhos e frutas.

Distribuição geográfica:

Ocorre na Floresta Amazônica, sendo encontrada na Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Equador, Peru, Colômbia e Norte do Brasil (Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará e Maranhão).

Conservação:

A preguiça-real não é considerada ameaçada de extinção, mas é afetada pela destruição de hábitat e pela caça.