Bicho-Preguiça


• Nome científico: Choloepus didactylus
• Classe: Mamífero
• Hábitos alimentares: Herbívoro
• Status de conservação: Menos Preocupante


Origem:

A Mochilinha é a nossa preguiça real, foi resgatada ainda filhote por um CETAS. Além do fato dela não ter aprendido propriamente a sobreviver sozinha na natureza, já que foi encontrada órfã, durante seu período no CETAS ela desenvolveu um comportamento bastante apegado aos seus tratadores. Assim, devolvê-la à natureza seria fadá-la à predação ou algum acidente com seres humanos. Foi a partir disso que Mochilinha foi transferida para o Aquário de São Paulo.

Informações gerais:

São animais de hábitos noturnos, dormindo por cerca de 15 horas durante o dia. As preguiças são animais solitários, mas grupos de fêmeas podem ocorrer em uma mesma árvore e os filhotes podem herdar a área de ocupação dos pais. Apesar de não conseguirem andar, podem se arrastar pelo chão e são excelentes nadadores. Por causa de seu metabolismo, que é muito baixo, as preguiças somente urinam e defecam uma vez por semana. Você sabia que a preguiça-real tem uma relação com algas?<br /> Esses animais possuem pelos especializados que facilitam o crescimento de algas, que os ajudam em sua camuflagem. Também se acredita que a preguiça coma essas algas e consiga também absorver parte de seus nutrientes através de sua pele. <br /><br />

Longevidade:

Na natureza, as preguiças-reais vivem até 15 anos, mas em cativeiro podem chegar aos 40 anos de idade.

Dieta:

Tanto em ambiente natural quanto no Aquário de São Paulo, essa espécie se alimenta de folhas, galhos e frutas.

Tamanho:

74cm.

Peso:

9kg.

Distribuição geográfica:

Ocorre na Floresta Amazônica, sendo encontrada na Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Equador, Peru, Colômbia e Norte do Brasil (Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará e Maranhão).

Conservação:

A preguiça-real ainda não é considerada ameaçada de extinção, mas é afetada pela destruição de habitat, pela caça e é uma frequente vítima de atropelamentos.

Habitat:

Essa é uma espécie arbórea, habitando copas de árvores tropicais.

Reprodução:

As fêmeas atingem a maturidade com cerca de 3 anos e os machos entre 4 e 5 anos. Após uma gestação de 6 meses, apenas um filhote nasce. Este filhote permanece abraçado à cintura da mãe por aproximadamente 5 semanas, quando passa a ter força para se segurar e movimentar sozinho.

Localização no Aquário de São Paulo:

Setor Amazônia.