Lêmure-de-cauda-anelada


• Nome científico: Lemur catta
• Classe: Mamífero
• Hábitos alimentares: Onívoro
• Status de conservação: Em Perigo


Origem:

Os lêmures que hoje vivem no Aquário de São Paulo vieram de um Zoológico Europeu. Por serem animais que vivem em um habitat tão restrito, a ilha de Madagascar, qualquer interferência neste ambiente torna-se uma ameaça muito grande para esta espécie. Assim, desde que chegaram, os lêmures nos ajudam a ensinar que os problemas que o meio ambiente vem sofrendo, são ameaças ainda maiores para espécies que, como os lêmures, não se distribuem amplamente e vivem em um espaço restrito, deixando-os ameaçados de extinção.

Informações gerais:

É uma espécie social e vive em grandes grupos em que as fêmeas são dominantes. São estritamente territoriais: possuem suas áreas de vida.

Longevidade:

33 anos.

Dieta:

Sua dieta natural é bastante variada, composta por frutas, folhas, flores, casca, seiva, grandes insetos e até pequenos vertebrados. No Aquário de São Paulo se alimentam de variedade de legumes, folhas e ração.

Tamanho:

45cm (sem a cauda).

Peso:

3,5kg.

Distribuição geográfica:

São endêmicos do sul e sudoeste de Madagascar.


Conservação:

A maior ameaça para esta espécie vem da perda de habitat generalizada, com sua mata e habitats florestais sendo reduzida por uma combinação de chamas, sobrepastoreio e colheita de madeira para produção de carvão vegetal. Além disso, outra ameaça é a caça para obter sua carne ou para torná-los pet.

Habitat:

São encontrados em uma variedade de ambientes, como florestas secas e arbustivas, florestas de galeria e florestas litorâneas.

Reprodução:

Os machos competem pelo acesso às fêmeas através de vocalizações e de lutas odoríferas. A época de acasalamento é geralmente durante o mês de abril, sendo que cada fêmea é fértil apenas durante 24 horas por ano, podendo ter um a dois filhotes.

Localização no Aquário de São Paulo:

Setor África.