Raia-leopoldi


• Nome científico: Potamotrygon leopoldi
• Classe: Peixe cartilaginoso
• Hábitos alimentares: Carnívoro
• Status de conservação: Dados Insuficientes


Origem:

Algumas das raias de água doce que vivem no Aquário de São Paulo chegaram aqui após uma apreensão do IBAMA que detectou estes animais sendo transportados no Aeroporto de Guarulhos. Desde sua chegada, as raias nos ajudam a sensibilizar o público sobre o tráfico de animais e a aquisição responsável de pets.

Informações gerais:

Raias são peixes cartilaginosos, assim como os tubarões, e passam grande parte do tempo enterradas no substrato. Possuem um ferrão serrilhado e pontudo na cauda, coberto por um muco venenoso. Esses animais figuram entre os animais venenosos que mais causam acidentes. Segundo o Instituto Butantã, elas lideram o ranking de ocorrências junto com picadas de jararacas e escorpiões.

Longevidade:

Ainda é incerto, podendo variar de 10 a 25 anos.

Dieta:

Tanto em ambiente natural como no Aquário de São Paulo, se alimenta de peixes e invertebrados.

Tamanho:

111cm.

Peso:

17kg.

Distribuição geográfica:

Essa espécie de raia de água doce ocorre somente no Brasil, na bacia do rio Xingú.


Conservação:

Apesar de não serem consideradas ameaçadas de extinção, essas raias sofrem algumas pressões por serem restritas a um único ambiente. Dessa forma, a perda e degradação de habitat são as principais ameaças a sua conservação.

Habitat:

Habitam rios que preferencialmente apresentem areia e pequenas rochas no fundo.

Reprodução:

São animais vivíparos e apresentam alta fecundidade comparado a outras raias de água doce, podendo ter até 12 filhotes por gestação.

Localização no Aquário de São Paulo:

Setor Água Doce.