Tamanduá-Mirim


• Nome científico: Tamandua tetradactyla
• Classe: Mamífero
• Hábitos alimentares: Insetívoro
• Status de conservação: Pouco Preocupante (LC)


Origem:

Hoje o Aquário de São Paulo possui duas tamanduás-mirins sob seus cuidados. Lipe é uma fêmea de tamanduá-mirim que foi resgatada por um CETAS no norte do Brasil, após um acidente em que sua mãe foi atacada por cães e não sobreviveu, deixando-a órfã. Como muitos outros animais, Lipe precisa aprender com sua mãe como sobreviver sozinha na natureza. Assim, ela não pode ser reintroduzida, pois suas chances de sobreviver seriam muito pequenas. Foi então que ela foi transferida para o Aquário de São Paulo, aonde recebe uma atenção super especial e ainda nos ajuda a divulgar o problema de destruição de habitat e de acidentes de animais silvestres com animais domésticos. Taci, outra fêmea desta mesma espécie, foi encontrada em Bertioga também órfã. Um CETAS a resgatou, porém por também não ter aprendido propriamente a caçar e se defender, Taci também não pôde ser reintroduzida. Assim, Taci chegou ao Aquário de São Paulo e nos ajuda na missão de ajudar na conservação de Tamanduás no Brasil.

Informações gerais:

São animais noturnos e semi-arbóreos. Por não possuírem dentes, sua língua é cilíndrica e longa (aproximadamente de 40cm), sendo utilizada para coletar o alimento.

Longevidade:

17 anos.

Dieta:

Se alimentam em ambiente natural de

Tamanho:

1,3m.

Peso:

8kg.

Distribuição geográfica:

Ocorre na América do Sul, do leste dos Andes até o norte da Argentina e do Uruguai.

Conservação:

As maiores ameaças que sofrem são a caça para consumo de sua carne, atropelamentos, ataques de cachorros e coleta ilegal para pet.

Habitat:

Ocorre em uma variedade de florestas (tanto secas - como savanas - quanto úmidas - como florestas tropicais).

Reprodução:

A reprodução geralmente ocorre no outono e a gestação dura de 130 a 160 dias, com a geração de apenas 1 filhote. Após nascer, o filhote é carregado nas costas de sua mãe, só saindo em momentos de forrageio, quando esta o deixa em um galho seguro.

Localização no Aquário de São Paulo:

Setor Amazônia.