Lagarto-monitor


• Nome científico: Varanus salvator
• Classe: Réptil
• Hábitos alimentares: Carnívoro
• Status de conservação: Pouco Preocupante (LC)


Origem:

Os indivíduos que vivem no Aquário de São Paulo vieram de uma transferência do Pecs Zoo, da Hungria.

Informações gerais:

Parente próximo do famoso dragão-de-komodo, essa espécie de lagarto-monitor também é conhecida como varano-malaio e monitor-da-água. Sua coloração geralmente é marrom com manchas amarelas que diminuem conforme o indivíduo vai envelhecendo. Possui uma faixa preta atrás de cada olho, uma cauda comprida, pescoço longo e focinho alongado.

Longevidade:

10,6 anos

Dieta:

Espécie carnívora, se alimentando principalmente de aves, ovos, pequenos mamíferos, peixes, lagartos menores, sapos, serpentes, filhotes de crocodilos e tartarugas. Assim como outros lagartos-monitores, essa espécie tem o hábito de perseguir as presas, em vez de armar uma emboscada, sendo muito rápido para seu tamanho, devido aos seus fortes músculos das pernas. Também é capaz de caçar presas dentro da água, podendo permanecer submerso por até 30 minutos.

Tamanho:

Seu comprimento varia de 1,2 a 3,2 m, porém a maioria dos indivíduos adultos mede cerca de 1,5 m.

Peso:

10 kg

Distribuição geográfica:

Sul e Sudeste da Ásia e Arquipélago Indo-Australiano.

Conservação:

Embora sejam caçados pela sua pele, a espécie demonstra ser resistente, não estando incluída na lista de espécies ameaçadas de extinção.

Habitat:

Possui hábitos semiaquáticos, e ocorre em uma grande variedade de habitats, porém são frequentemente avistados em margens de rios e pântanos. É dependente da água, sendo capaz de nadar longas distâncias. Sua toca pode ser feita em terreno plano, porém é comumente encontrada nas margens dos rios.

Reprodução:

O macho atinge a maturidade sexual quando está com cerca de 1 m e a fêmea 50 cm. A época de reprodução de estende de abril à outubro. A fêmea bota de 6 a 18 ovos, que ficam incubados de 6 a 7 meses. Os ovos geralmente são depositados em troncos ou tocos de árvores apodrecidos, e fêmeas maiores produz uma ninhada maior do que os indivíduos menores.

Localização no Aquário de São Paulo:

Setor Austrália